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Para comemorar a retomada dos morros Jorge Turco, em Rocha Miranda, e Juramento, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio, Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy, 32 anos, promoveu uma festa no Morro da Pedreira, em Costa Barros, também na Zona Norte.

A comemoração – que começou na noite deste sábado, dia 24 de janeiro, e rolou até a manhã deste domingo, dia 25 – teve 500 caixas de litrão e churrasco liberado.

No panfleto anunciando o evento, o aviso: “Apoio Morro da Pedreira / QTD / LG”, em alusão aos três morros do Complexo da Pedreira, e a figura do coelho da revista Playboy – em alusão ao vulgo de Celso.

Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy, 32 anos

Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy, 32 anos

Principal líder da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) em liberdade, Playboy – que já foi integrante do Terceiro Comando Puro (TCP) – tentava reassumir o controle das bocas-de-fumo do Juramento e do Jorge Turco desde que rivais do Comando Vermelho (CV) invadiram as duas áreas.

Chefe do tráfico no Complexo da Pedreira – composto pelos morros Pedreira, Quitanda e Lagartixa -, Playboy foi preso pela primeira vez em março de 2002 e saiu em outubro do ano seguinte. Em dezembro de 2005 ele voltou para a cadeia.

Condenado a 15 anos e 8 meses inicialmente em regime fechado, em maio de 2009 ele conquistou o benefício de cumprir o restante de sua pena no regime semi-aberto – podendo sair do Instituto Penal Ismael Pereira Sirieiro, no Fonseca, na Zona Norte de Niterói, para trabalhar durante o dia e tendo que voltar à noite. Três meses depois, saiu e não voltou.

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Atualmente, o Disque-Denúncia oferece recompensa de R$ 50 mil a quem der informações que auxiliem a Polícia na sua localização e prisão.

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O ano de 2014 terminou com o registro de 306 policiais baleados no Estado do Rio. No total, 1 era agente da Polícia Federal, 8 eram policiais civis – sendo 1 aposentado – e 297 eram PMs – sendo que 12 eram reformados, 4 eram recrutas e 2 eram oficiais. Do total de policiais na ativa, 106 estavam de folga e 170 estavam de serviço. Destes, 87 morreram.

Sargento PM Alexandre Moreira Braulino, 42 anos

Sargento PM Alexandre Moreira Braulino, 42 anos

Esse é o sargento Alexandre Moreira Braulino. Lotado no 20ºBPM, ele foi assassinado aos 42 anos, no dia 3 de janeiro, após ser baleado durante uma saidinha de banco – quando a vítima é seguida e assaltada após efetuar saque em agência bancária ou caixa eletrônico.

O PM havia sacado dinheiro em um caixa 24 horas na Padaria do Nozinho, na Estrada Adrianópolis, no bairro de mesmo nome, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, quando foi abordado pelos assaltantes. Baleado na frente da esposa, o policial não resistiu.

Soldado PM Thiago Silva

Soldado PM Thiago Silva

Esse é o soldado Thiago Silva. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Mandela, ele morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Unamar, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, onde deu entrada com um tiro no peito, no dia 19 de janeiro.

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No dia 24 de janeiro, o soldado Bruno Francisco da Silva Moraes, lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Cruzeiro, morreu ao tentar impedir que uma vizinha fosse assaltada, na Rua Alfredo Araújo, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.

O PM ouviu os gritos de socorro da vítima, que teve a casa invadida por assaltantes, e correu para o portão do imóvel, onde acabou surpreendido pelos bandidos. Baleado no rosto, o policial sequer teve tempo de reagir. Ele morreu no local.

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No dia 1º de fevereiro, o soldado Rogério Rocha dos Santos Júnior, lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Camarista Méier, morreu após ser baleado ao ter a identidade descoberta durante um assalto em Marechal Hermes, na Zona Norte do Rio.

O PM trafegava em seu veículo – um Ford Fiesta – pela Rua Henrique de Albuquerque acompanhado pela esposa quando foi abordado por três criminosos. O crime ocorreu na altura da Rua Xavier Curado. Ao descobrirem que a vítima era policial, os bandidos efetuaram diversos disparos contra ele.

Soldado PM Alda Rafael Castilho, 27 anos

Soldado PM Alda Rafael Castilho, 27 anos

Essa é a soldado Alda Rafael Castilho. Ela morreu após ser baleada durante ataque à base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Parque Proletário, onde era lotada, no dia 2 de fevereiro. Ela tinha 27 anos. Na mesma ação criminosa, o soldado Marcelo Gilliard da Silva Miranda, 32, também foi atingido.

Sargento PM Roberto Carvalho de Souza, 45 anos

Sargento PM Roberto Carvalho de Souza, 45 anos

Esse é o sargento Roberto Carvalho de Souza. Lotado no 25º BPM (Cabo Frio), ele morreu aos 45 anos, após ser baleado durante ataque de criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que controlam o tráfico de drogas em favelas localizadas no bairro Jardim Esperança, em Cabo Frio, na Região dos Lagos. O PM permaneceu internado por mais de duas semanas, mas não resistiu. Ele faleceu no dia 22 de fevereiro.

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No dia 7 de fevereiro, o recruta Adriano Camilo, que estava lotado no 11º BPM (Nova Friburgo), foi assassinado ao ter sua identidade descoberta durante assalto em Magé, na Baixada Fluminense. Ele estava na Rua Nossa Senhora da Guia, em Maurimárcia, no bairro de Piabetá, quando foi abordado por três homens armados.

Ele havia acabado de cortar o cabelo e saiu do salão de beleza no instante em que os criminosos roubavam uma padaria próxima. No momento em que ele desativou o alarme de seu carro – um Fiat Bravo branco -, os criminosos o abordaram.

O soldado entregou as chaves sem reagir, mas acabou baleado pelos bandidos quando eles encontrarem a farda dele no interior do automóvel. Atingido por pelo menos cinco disparos no peito e no rosto, Adriano ainda foi socorrido e levado para o Hospital do Fragoso, mas não resistiu.

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No dia 7 de fevereiro, o sargento André Luiz Bezerra da Cruz morreu após ser baleado durante assalto no Méier, na Zona Norte do Rio. Lotado na 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (1ª DPJM), o PM seguia pela Rua José Bonifácio em direção ao trabalho quando foi abordado pelos criminosos, que tentaram levar sua moto.

O sargento reagiu e acabou baleado três vezes: duas no tórax e uma na coxa. Os bandidos fugiram levando a arma do PM, que foi socorrido e levado para o Hospital Municipal Salgado Filho. Ele ainda foi submetido a uma cirurgia, mas não resistiu.

Cabo PM Sidnei Dias Simão, 34 anos

Cabo PM Sidnei Dias Simão, 34 anos

Esse é o cabo Sidnei Dias Simão, que foi assassinado aos 34 anos ao tentar prender um jovem que havia atropelado um senhor e fugido sem prestar socorro, no bairro K-11, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O crime ocorreu no dia 9 de fevereiro.

O PM fazia a escolta de Marcelo Montanha Souza, chefe de gabinete do secretário José Mariano Beltrame, e também trabalhava na segurança particular do coordenador do AfroReggae, José Júnior. O PM ainda foi socorrido e levado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu – mais conhecido como Hospital da Posse -, mas não resistiu.

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No dia 22 de fevereiro, o sargento reformado Robson Silva Gomes morreu após ser baleado durante assalto em Irajá, na Zona Norte do Rio. O PM estava em um bar na Rua Calumbi quando foi abordado pelos criminosos que exigiram seu cordão de ouro. No momento em que o sargento retirava a jóia para entregar, os bandidos notaram a arma que ele carregava na cintura e efetuaram pelo menos três disparos. O PM ainda foi socorrido, mas não resistiu.

Sargento PM Joilson da Silva Gomes, 40 anos

Sargento PM Joilson da Silva Gomes, 40 anos

Esse é o sargento Joilson da Silva Gomes. Ele foi assassinado aos 40 anos, no dia 23 de fevereiro, após sair de serviço. Lotado no 12ºBPM, ele havia participado de incursão para acabar com um baile funk promovido por traficantes no Complexo da Lagoinha, no bairro Caramujo, na Zona Norte de Niterói. O PM foi executado quando passava pelo Morro do Castro, no bairro Tenente Jardim – na divisa entre os municípios Niterói e São Gonçalo.

Sargento PM reformado Jorge Roberto Feliciano, 58 anos

Sargento PM reformado Jorge Roberto Feliciano, 58 anos

Esse é o sargento reformado Jorge Roberto Feliciano. Ele foi assassinado aos 58 anos, após ser baleado durante um assalto no bar de sua propriedade, na Vila São Luiz, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O PM ainda foi socorrido e levado para o Hospital Municipal Moacyr Rodrigues do Carmo, mas não resistiu. O crime ocorreu no dia 23 de fevereiro.

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No dia 24 de fevereiro, o sargento André Luís de Almeida Fabrício foi morto no ponto de ônibus em frente à garagem da viação Trel, no bairro Vila Maria Helena, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ele era lotado no 32º BPM (Macaé).

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No dia 24 de fevereiro, o sub-tenente reformado Jorge Magalhães, 63 anos, morreu após ser baleado ao reagir a um assalto no interior do coletivo da viação Nossa Senhora do Amparo que fazia a linha Castelo-Itaipuaçu. Os bandidos anunciaram o assalto e desviaram o trajeto do ônibus para a Avenida Brasil. O PM reformado tentou atirar nos dois bandidos quando eles anunciaram o assalto, mas a arma dele falhou.

O subtenente chegou a lutar com um dos criminosos mas acabou espancado e baleado na cabeça. O PM foi socorrido por uma ambulância do Corpo de Bombeiros e levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Ele permaneceu internado durante três dias, mas não resistiu.

Soldado PM Wagner Vieira da Costa, 33 anos

Soldado PM Wagner Vieira da Costa, 33 anos

Esse é o soldado Wagner Vieira Cruz. Ele morreu aos 33 anos, após ser baleado durante ataque de criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que ainda controlam o tráfico de drogas no Complexo do Alemão.

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Vila Cruzeiro, ele havia se formado em janeiro e estava em seu quinto serviço. O ataque ocorreu na Rua 29, na localidade conhecida como Esquina do Pecado. Socorrido pelos colegas de farda, o PM foi levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Ele ficou internado em estado grave no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da unidade em estado grave por quase uma semana, mas não resistiu, falecendo na noite do dia 6 de março.

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No dia 28 de fevereiro, o sargento reformado Eduardo Rogério Soares, 48 anos, morreu após ser baleado durante assalto em Itaguaí, na Baixada Fluminense.

O PM estava parado em um posto de combustível no KM 398 da BR-101, na altura do Centro, quando foi rendido por dois criminosos. Um dos bandidos percebeu que ele era policial e efetuou um disparo no rosto do sargento, que sequer teve tempo de reagir. Os bandidos retiraram o corpo do PM do carro e fugiram levando o veículo.

Soldado PM Rodrigo Paes Leme, 33 anos

Soldado PM Rodrigo Paes Leme, 33 anos

Esse é o soldado Rodrigo Paes Leme. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Nova Brasília, ele morreu aos 33 anos, após ser baleado por criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que ainda controlam o tráfico de drogas no Complexo do Alemão na Rua 2, próximo ao Largo da Alvorada. O PM foi atingido por dois tiros no peito e, mesmo de colete, não resistiu. O crime ocorreu no dia 6 de março.

Soldado PM Titus Lucius Bessa de Farias, 31 anos

Soldado PM Titus Lucius Bessa de Farias, 31 anos

Esse é o soldado Titus Lucius Bessa de Farias. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Caju, ele morreu aos 31 anos, após ser identificado como policial durante um arrastão em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Morador do município, o PM seguia em seu carro pela Rua Silva Fernandes, no bairro Parque Duque, quando se deparou com os assaltantes, próximo à sede da Guarda Municipal. Ele ainda escondeu sua arma, mas os bandidos a encontraram e efetuaram dois disparos contra a cabeça do soldado, que morreu na hora. O crime ocorreu no dia 9 de março. Ele estava há dois anos na corporação.

Tenente PM Leidson Acácio Alves da Silva, 26 anos

Tenente PM Leidson Acácio Alves da Silva, 26 anos

Esse é o tenente Leidson Acácio Alves da Silva. Sub-comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Cruzeiro, ele morreu aos 26 anos, no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, na Zona Norte do Rio, para onde foi levado após ser baleado em ataque na Rua 10, próximo à localidade conhecida como Parque Proletário. O crime ocorreu no dia 12 de março.

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No dia 15 de março, o cabo Alexandre da Costa Pereira morreu ao ser baleado durante confronto com assaltantes, na Rodovia Washington Luiz, na altura de Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Lotado no 15º BPM (Duque de Caxias), ele realizava patrulhamento de rotina acompanhado pelo colega de farda quando estranhou a movimentação dentro de uma agência do banco HSBC. Os PMs se aproximaram e acabaram flagrando um grupo que utilizava um maçarico para arrombar um dos caixas eletrônicos.

Houve troca de tiros e o cabo foi atingido no peito. Dois dos bandidos também foram baleados. Os três foram socorridos e levados para o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, mas o PM não resistiu.

Soldado PM Leonardo Nascimento Mendes, 27 anos

Soldado PM Leonardo Nascimento Mendes, 27 anos

Esse é o soldado Leonardo Nascimento Mendes. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Mangueira, ele foi morto aos 27 anos, ao ser identificado como policial, em Cordovil, na Zona Norte do Rio. O crime ocorreu no dia 15 de março.

O PM – que tinha comemorado aniversário três dias antes – saía de uma festa na Rua Tenente Palestrine e conversava com amigos na calçada quando bandidos passaram em um carro e um deles gritou: “perdeu, ô políça”. O soldado sequer teve tempo para se abrigar ou reagir. Ele chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, mas não resistiu.

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Esse é o sargento Maurício Pedro da Silva. Ele morreu aos 44 anos, após ser baleado durante perseguição a dois criminosos, em Magalhães Bastos, na Zona Oeste do Rio.

Lotado no Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 14º BPM (Bangu), o sargento P da Silva realizava patrulhamento de rotina com os colegas de farda quando desconfiaram de dois homens em uma moto, próximo à Estrada General Canrobert da Costa.

A dupla desobedeceu a ordem de parada e deu início a uma perseguição com troca de tiros até a Rua Pinto da Fonseca, onde o PM foi atingido. O crime ocorreu no dia 22 de março. O local dá acesso à Favela Curral das Éguas. Socorrido, o sargento foi levado para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu.

Sargento PM Douglas Alves dos Santos, 36 anos

Sargento PM Douglas Alves dos Santos, 36 anos

Esse é o sargento Douglas Alves dos Santos. Lotado no Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), ele foi morto aos 36 anos, após ser baleado ao reagir a um assalto no bairro Ampliação, em Itaboraí.

O PM trafegava com sua moto pela Avenida Amélia Saraiva quando foi abordado por homens armados que saíram de um Astra prata. Ele ainda trocou tiros com os bandidos, mas foi atingido na cabeça e não resistiu. O crime ocorreu no dia 26 de março.

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Esse é o sargento Mozar Soares da Cunha. Lotado no 5º BPM (Praça da Harmonia), ele foi morto aos 41 anos, no dia 28 de março, após ser baleado ao tentar reagir a um assalto, no bairro Coelho Neto, na Zona Norte do Rio.

Proprietário da empresa “O crack da cesta” – especializada no comércio de cestas básicas – o PM conduzia seu Camaro amarelo placa LQT 7693 pela Rua Bertin, próximo à saída para a Avenida Brasil, quando foi abordado. O sargento ainda trocou tiros com os bandidos, mas foi atingido no confronto. Os criminosos fugiram levando a arma dele e R$ 100 mil. A empresa do PM fica localizada na Rua Aratimbó, em Cosmos, na Zona Oeste do Rio. Ele ainda foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Carlos Chagas, mas não resistiu.

Soldado PM Marcelo Poydo dos Santos, 35 anos

Soldado PM Marcelo Poydo dos Santos, 35 anos

Esse é o soldado Marcelo Poydo dos Santos. Lotado no 41º BPM (Irajá), ele foi morto aos 35 anos, no dia 3 de abril, após ser baleado na Favela da Picap, no bairro Jardim América, na Zona Norte do Rio.

Integrante da equipe do Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) Industrial, o PM e os colegas de farda realizavam patrulhamento de rotina quando a viatura em que estavam foi atacada por criminosos que estavam em uma laje, no dia 29 de março. Socorrido, ele foi levado para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes. O soldado não resistiu e morreu, cinco dias depois.

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No dia 1º de abril, o sargento Ricardo Oliveira Pinto foi morto após ser baleado ao tentar reagir a um assalto, em Honório Gurgel, na Zona Norte do Rio. Lotado na Secretaria de Segurança Pública, o PM havia acabado de deixar a filha na escola e passava pela esquina das ruas dos Diamantes e Jones Rocha quando foi rendido por três homens. O sargento ainda foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, mas não resistiu.

Sargento PM Alexander Costa de Almeida, 36 anos

Sargento PM Alexander Costa de Almeida, 36 anos

Esse é o sargento Alexander Costa de Almeida. Lotado no 9º BPM (Rocha Miranda), ele morreu aos 36 anos, após ser baleado durante assalto na porta de casa, em Bento Ribeiro, na Zona Norte do Rio, no dia 3 de abril.

Sargento PM Wallace Carlos Pourchet, 36 anos

Sargento PM Wallace Carlos Pourchet, 36 anos

Esse é o sargento Wallace Carlos Pourchet. Lotado no 16º BPM (Olaria) e trabalhando no Auxílio à Polícia de Trânsito (APTran) da unidade, ele morreu aos 36 anos, após ser baleado e capotar com o carro tentando fugir de criminosos que o perseguiam na Linha Amarela. O crime ocorreu no dia 3 de maio.

Tenente PM Anderson João de Oliveira, 34 anos

Tenente PM Anderson João de Oliveira, 34 anos

Esse é o tenente Anderson João de Oliveira. Lotado no 15º BPM (Duque de Caxias), ele morreu aos 34 anos, após ser baleado durante tentativa de assalto na porta da casa da sogra, no bairro Jardim Anhangá, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O crime ocorreu no dia 7 de maio.

Soldado PM Bruno Paolo dos Santos Couto, 33 anos

Soldado PM Bruno Paolo dos Santos Couto, 33 anos

Esse é o soldado Bruno Paolo dos Santos Couto. Lotado na Coordenadoria Especializada de Tecnologia da Informação e Comunicação (CETIC) do Quartel General (QG) da corporação, ele foi morto aos 33 anos, dentro de sua residência, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. A namorada dele, Bárbara Guimarães de Melo,19, também foi morta. A acusada pelo crime, ocorrido no dia 18 de maio, foi presa quatro meses depois.

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No dia 18 de maio, o sargento Fábio da Silva Santos foi morto aos 36 anos, depois de reagir a um assalto na Avenida Henrique Estrada Mayer, no bairro Miguel Couto, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Ele era lotado no 4º BPM (São Cristóvão).

Cabo PM Fábio Mello da Silva, 38 anos

Cabo PM Fábio Mello da Silva, 38 anos

Esse é o cabo Fábio Mello da Silva. Lotado no 34º BPM (Magé), ele morreu aos 38 anos, após ser baleado durante ataque de bandidos que controlam o tráfico de drogas na Favela da Lagoa, em Magé, na Baixada Fluminense.

O crime ocorreu no dia 22 de maio. Além do cabo Mello, o então comandante da unidade, tenente-coronel André Henrique de Oliveira da Silva, e o subtenente Hebson também foram atingidos. O oficial foi atingido na mão, e o subtenente no ombro. Já o cabo Mello foi baleado no rosto.

Os três foram socorridos e levados para o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, em Duque de Caxias, também na Baixada. O cabo Mello não resistiu aos ferimentos e faleceu na unidade de saúde.

Sargento PM Marco Aurélio da Silva do Nascimento, 42 anos

Sargento PM Marco Aurélio da Silva do Nascimento, 42 anos

Esse é o sargento Marco Aurélio da Silva do Nascimento. Lotado no 40º BPM (Campo Grande) e na época cedido ao Batalhão de Campanha da Maré, ele foi baleado, aos 42 anos, no dia 26 de maio. O crime ocorreu dentro da casa do PM, em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio. Ele ainda foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande, e chegou a ficar trinta dias internado, mas não resistiu aos ferimentos. Pouco mais de um mês depois, a sogra, a mulher e o amante dela foram presos acusados pelo crime.

Sargento PM Robson Vaz de Loiola

Sargento PM Robson Vaz de Loiola

Esse é o sargento Robson Vaz de Loiola. Lotado no Serviço de Inteligência (P-2) do 39º BPM (Belford Roxo), ele morreu ao tentar impedir que um vizinho fosse assaltado, no bairro Austin, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O crime ocorreu no dia 2 de junho.

Na ação criminosa, o sargento Fábio Gregório Antero da Silva, lotado no 20ºBPM, também foi baleado. O PM e colegas de fardas, que trabalham no Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) do bairro, se dirigiram à Rua Ramos de Castro e acabaram surpreendidos pelos assaltantes, que estavam fortemente armados na casa de um comerciante de 62 anos. Os bandidos efetuaram diversos disparos contra os policiais, que revidaram.

Morador do local, o sargento Robson ouviu o barulho dos tiros e ao sair de sua residência para auxiliar os outros PMs, acabou atingido no pescoço. Ele ainda foi socorrido e levado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, na Posse, mas não resistiu.

Soldado PM André Rodrigues, 30 anos

Soldado PM André Rodrigues, 30 anos

Esse é o soldado André Luiz Rodrigues dos Santos. Lotado no 17º BPM (Ilha do Governador), ele morreu aos 30 anos, após ser baleado na porta de sua casa, na Rua Mariana Lima, no bairro Outeiro, na localidade conhecida como Vale do Ipê, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O PM foi surpreendido por um criminoso que passou pelo endereço em uma moto e que, ao reconhecê-lo, efetuou diversos disparos em sua direção. O soldado ainda foi socorrido pelo pai e levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Lote XV, mas não resistiu aos ferimentos. O crime ocorreu no dia 14 de junho.

Sargento PM Victor Gomes Vidal

Sargento PM Victor Gomes Vidal

Esse é o sargento Victor Gomes Vidal. Lotado no Grupamento Tático Móvel (GTM) do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) e adido ao Tribunal de Justiça, ele morreu após ser baleado ao reagir a uma tentativa de assalto, na Rua Fausto Cardoso, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio. O crime ocorreu no dia 21 de junho.

Soldado PM Fábio Gomes da Silva, 30 anos

Soldado PM Fábio Gomes da Silva, 30 anos

Esse é o soldado Fábio Gomes da Silva. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Fazendinha, ele morreu aos 30 anos, após ser baleado durante ataque de criminosos que ainda controlam o tráfico de drogas no Complexo do Alemão. Os policiais desciam uma escadaria pela Rua Desabamento e passavam pelo Beco do Dimas, a caminho do Campo do Sargento, quando foram surpreendidos pelos bandidos. Atingido no rosto, o soldado F Gomes foi socorrido pelos próprios colegas de farda e levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, mas não resistiu. O crime ocorreu no dia 22 de junho.

Soldado PM Dayvid Lopes Athanázio, 23 anos

Soldado PM Dayvid Lopes Athanázio, 23 anos

Esse é o soldado Dayvid Lopes Athanázio. Lotado no Grupamento Tático Móvel (GTM) do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), ele morreu aos 23 anos de idade, após ser baleado durante emboscada na porta de sua casa, no bairro Jardim Catarina, em São Gonçalo.

O PM chegava na Avenida Padre Vieira – entre as ruas 29 e 80 -, quando foi surpreendido pelos traficantes do local. Há pouco mais de dois anos na corporação, o soldado sequer teve tempo de reagir. Os bandidos fugiram levando a arma dele.

O policial ainda foi socorrido por um tio e levado para o Hospital Estadual Alberto Torres – mais conhecido como Hospital Geral de São Gonçalo -, no Colubandê, mas não resistiu. O crime ocorreu no dia 26 de junho.

Sargento PM reformado Alexandre Santos de Oliveira, 47 anos

Sargento PM reformado Alexandre Santos de Oliveira, 47 anos

Esse é o sargento reformado Alexandre Santos de Oliveira. Ele morreu aos 47 anos, após ser baleado durante assalto, em Mesquita, na Baixada Fluminense.

O PM – que já havia sido baleado e se reformou por invalidez após perder a visão de um dos olhos em um outro assalto – chegou a ser socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Doutor Mário Bento, mas não resistiu.

O policial estava em seu carro na Rua Visconde do Rio Branco, no bairro Jacutinga, e quando notou a aproximação dos assaltantes tentou esconder sua pistola, jogando-a no chão do veículo. No entanto, os bandidos viram e atiraram no sargento com sua própria arma. O crime ocorreu no dia 27 de junho.

Soldado PM Filipe Nascimento, 30 anos

Soldado PM Filipe Nascimento, 30 anos

Esse é o soldado Filipe Nascimento. Lotado no 22º BPM (Benfica), ele morreu aos 30 anos, no Hospital Estadual Albert Schweitzer, para onde foi levado após ser baleado na porta de casa, na Rua Limites, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. O porteiro do edifício onde o PM morava contou que ele foi chamado no portão por um homem em uma moto, por volta de 1h. Após uma discussão, o motoqueiro efetuou disparos contra o sargento e fugiu. O acusado era um sargento lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Batan, que teria perdido a namorada para a vítima. O crime ocorreu no dia 28 de junho.

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No dia 30 de junho, o subtenente reformado Jorge de Farias morreu após ser baleado ao tentar impedir um assalto, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O policial presenciou quando bandidos tentaram roubar um caminhão de lingerie na Rua Líder, no bairro Posse. Ao reagir, acabou atingido e não resistiu.

Soldado PM Valério Albuquerque Melo Filho, 32 anos

Soldado PM Valério Albuquerque Melo Filho, 32 anos

Esse é o soldado Valério Albuquerque Melo Filho. Lotado no 25º BPM (Cabo Frio), ele morreu aos 32 anos, após ser baleado durante assalto no Km 54 da RJ-124 (Via Lagos), na altura de São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos. Ele e o subtenente reformado da PM Ramalho trabalhavam na segurança da firma de valores Express e realizavam o transporte de cerca de R$ 6 milhões. O crime ocorreu no dia 3 de julho.

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No dia 5 de julho, o sargento Luciano Nepomuceno Bento, lotado no 7º BPM (São Gonçalo), foi assassinado, aos 37 anos, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

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No dia 11 de Julho, o sargento José Ricardo Valença Moniz morreu após ser baleado ao reagir a um assalto em sua casa, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. O PM fazia uma obra na residência, localizada na Rua Sibéria, quando foi surpreendido por homens armados que invadiram o imóvel. Ele era lotado no 2º Comando de Policiamento de Área (2º CPA).

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No dia 14 de julho, o sargento Antônio Carlos Novaes morreu, aos 43 anos, após ser baleado em confronto com acusados de realizar um arrastão, em Senador Vasconcelos, na Zona Oeste do Rio.

Lotado no 40º BPM (Campo Grande), o PM foi até o local após informação de que criminosos haviam abordado pelo menos nove pessoas na Estrada do Pré, próximo à Avenida Santa Cruz, e roubado os pertences das vítimas. Houve tiroteio e perseguição. Na troca de tiros, um dos bandidos e o sargento foram baleados. O policial ainda foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Rocha Faria, sendo transferido para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, mas infartou durante a cirurgia e não resistiu.

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No dia 22 de julho, o cabo Wellington Alves Barbosa morreu, aos 39 anos, no Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, para onde foi levado após ser baleado no braço e no abdômen, dentro de casa, na Rua Capitão Menezes, na Praça Seca, na Zona Oeste do Rio. A esposa do PM, apontada como a responsável pelos disparos, fugiu após deixá-lo na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Madureira. Ele era lotado no 14º BPM (Bangu).

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Lotado no 12º BPM (Niterói), o sargento Gerson Ferreira de Almeida Júnior morreu após ser baleado na Favela Vila Ipiranga, no Fonseca, na Zona Norte de Niterói, no dia 6 de agosto. O PM chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Estadual Azevedo Lima, mas não resistiu. O sargento, que trabalhava no Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) do Caramujo, participava de incursão na localidade quando criminosos da facção Comando Vermelho (CV) atacaram os policiais. Eles revidaram a agressão e no confronto o PM foi atingido no pescoço.

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No dia 11 de agosto, o cabo Fabrício Alves foi morto após reagir a uma tentativa de assalto, na localidade de Santa Margarida, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio.

O PM estava na lanchonete de sua propriedade quando foi surpreendido por criminosos que entraram no estabelecimento anunciando um assalto. Ele reagiu, mas acabou baleado.

O cabo ainda foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Rocha Faria, mas não resistiu. O PM estava há sete anos na corporação. Lotado no 9º BPM (Rocha Miranda), ele tinha 35 anos.

Soldado PM Weslley dos Santos Silva Lucas, 30 anos

Soldado PM Weslley dos Santos Silva Lucas, 30 anos

Esse é o soldado Weslley dos Santos Silva Lucas. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Fallet/Fogueteiro, ele morreu aos 30 anos, após ser baleado no Morro da Coroa, no bairro Santa Teresa, na região central do Rio, no dia 12 de agosto.

Ele foi atacado por criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que ainda controlam o tráfico de drogas no local. O soldado ainda foi socorrido e levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, mas não resistiu.

Subtenente PM João Gualberto de Brito, 50 anos

Subtenente PM João Gualberto de Brito, 50 anos

Esse é o subtenente Antônio João Gualberto de Brito. Lotado no 9º BPM (Rocha Miranda), ele morreu aos 50 anos, no dia 13 de agosto, após ser baleado pelo cabo José Luiz da Cruz, 38. Lotado no Hospital Central de Polícia Militar (HCPM), o cabo também foi baleado. O crime ocorreu na Rua das Camélias, no bairro Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio.

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No dia 14 de agosto, o inspetor José Henrique Barranco morreu ao reagir a um assalto, no Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio. Lotado na 97ª DP (Mendes), ele tinha 53 anos.

O policial estava em um bar localizado na esquina das ruas Monsenhor Jerônimo e Ana Leonídia quando três homens armados entraram no estabelecimento. Ao notar a ação, o inspetor sacou sua arma e disparou contra o trio. No confronto, além do inspetor, um bandido também foi atingido.

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No dia 18 de agosto, o subtenente Marcelo Dantas dos Santos morreu após ser baleado durante uma saidinha de banco – quando a vítima é seguida e assaltada após efetuar saque em agência bancária ou caixa eletrônico -, na Fazenda Botafogo, na Zona Norte do Rio. O crime ocorreu na Rua Pedro Jório. Lotado no 9º BPM (Rocha Miranda), ele tinha 47 anos.

Esse é o soldado Douglas Costa da Silva. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Fazendinha, ele foi assassinado aos 22 anos ao ter sua identidade descoberta. Ele e dois amigos estavam na Praça Olavo Bilac, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, quando foram abordados por homens armados que anunciaram um assalto. Ao descobrir que entre o trio estava o PM, os bandidos os levaram para dentro da Favela do Faizão, no bairro Jardim Metrópoles, em São João de Meriti, e os agrediram com coronhadas.

Eles chegaram a cortar com estilete a bochecha de um dos amigos do policial, escrevendo as letras “CV” – sigla da facção criminosa Comando Vermelho. A dupla correu e fugiu, deixando o soldado para trás. Horas depois, o corpo dele foi encontrado carbonizado no porta-malas de um veículo, no bairro Jardim Gláucia, em Belford Roxo. O crime ocorreu no dia 18 de agosto.

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No dia 23 de Agosto, o cabo Cláudio de Oliveira Reynaldo, 40 anos, foi vítima de um assalto ao sair de um restaurante na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Alemão, ele foi trancado no porta-malas de um veículo pelos bandidos que descobriram sua identidade. Os criminosos atearam fogo no carro, que tinha marcas de tiros, e fugiram levando a arma e os documentos do PM. O cabo ainda foi encontrado com vida e ficou internado durante 12 dias, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no dia 4 de setembro.

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Esse é o sargento Flávio Figueiredo Lordello. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Mangueira, ele morreu no dia 24 de agosto, após ser baleado em Irajá, na Zona Norte do Rio. O PM estava em um bar na Rua Coronel Vieira, quando criminosos em uma moto passaram atirando. O sargento estava acompanhado pelo soldado Adriano Bernardes de Lima Santos, lotado na mesma unidade e que também foi atingido e sobreviveu.

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No dia 5 de setembro, o sargento José Henrique Friaça Teixeira de Araújo morreu após ser baleado na porta de casa, na Rua Baronesa de Mesquita, no bairro Vila Emil, em Mesquita, na Baixada Fluminense.

Uma dupla de criminosos anunciou o assalto e ele reagiu, sendo ferido no confronto. O PM ainda foi socorrido e levado para o Hospital das Clínicas de Mesquita, mas não resistiu. Lotado no 5º BPM (Praça da Harmonia), ele tinha 40 anos.

Cabo PM Emerson Oliveira, 36 anos

Cabo PM Emerson Oliveira, 36 anos

Esse é o cabo Emerson Oliveira. Lotado no Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 12º BPM (Niterói), ele morreu aos 36 anos, após ter sido baleado durante ataque de criminosos que controlam o tráfico de drogas no Complexo da Lagoinha, no bairro Caramujo, na Zona Norte de Niterói.

Os PMs tinha participado de uma operação para acabar com um baile funk promovido pelo tráfico no local e quando saíam da favela e se preparavam para entrar no veículo blindado foram surpreendidos pelos disparos, no dia 8 de setembro.

Atingido na cabeça, Emerson caiu antes de conseguir entrar no caveirão. Ao tentar socorrê-lo, o sargento Leonardo Simão Mercante, 41, acabou baleado na perna. Após chegada de reforço, os PMs conseguiram sair da favela e conduzir os feridos ao Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca.

O cabo Emerson ainda foi submetido a uma cirurgia e permaneceu internado em estado grave no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) durante quatro dias, mas não resistiu e faleceu no dia 11 de setembro.

Capitão PM Uanderson Manoel da Silva, 34 anos

Capitão PM Uanderson Manoel da Silva, 34 anos

Esse é o capitão Uanderson Manoel da Silva. Comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Nova Brasília, ele morreu aos 34 anos, após ser baleado durante ataque de criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que continuam controlando o tráfico de drogas no Complexo do Alemão.

O oficial acompanhava uma equipe em patrulhamento quando foram surpreendidos pelos bandidos, na localidade conhecida como Largo da Vivi. Atingido no peito, ele ainda foi socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alemão, sendo posteriormente transferido para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, mas não resistiu. O crime ocorreu no dia 11 de setembro.

Sargento PM reformado Osmar Paiva Camelo, 54 anos

Sargento PM reformado Osmar Paiva Camelo, 54 anos

Esse é o sargento reformado da Polícia Militar Osmar Paiva Camelo. Nascido e criado no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, ele era o presidente da associação de moradores do Morro do Timbau quando foi assassinado, aos 54 anos. O crime foi praticado por um homem que invadiu a sede da entidade, no dia 15 de setembro.

Cabo PM Luiz Carlos Dentino Barboza, 33 anos

Cabo PM Luiz Carlos Dentino Barboza, 33 anos

Esse é o cabo Luiz Carlos Dentino Barbosa Júnior. Ele foi assassinado aos 33 anos de idade, no dia 26 de setembro, ao se deparar com criminosos do Complexo do Chapadão, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio.

Lotado no 12º BPM (Niterói), o cabo foi executado na Estrada do Camboatá, em Guadalupe, na Zona Norte do Rio. A Polícia investiga a informação de que o crime foi praticado por bandidos que teriam ido para a pista com o objetivo de praticar assaltos e roubos de carro na região quando identificaram o PM. Eles fugiram levando a arma e o cordão do policial.

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No dia 8 de outubro, o subtenente reformado Valnir Rocha Ribeiro morreu, aos 68 anos, após ser baleado durante um assalto à casa de seu cunhado, na Rua Doutor March, no bairro Tenente Jardim, na divisa entre os municípios de Niterói e São Gonçalo.

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Esse é o subtenente reformado da Polícia Militar José Wallace de Andrade. Ele morreu no dia 10 de outubro, após ser baleado ao reagir a um assalto, no bairro Coelho Neto, na Zona Norte do Rio.

O PM trafegava pela Avenida Pastor Martin Luther King conduzindo seu veículo quando assaltantes em dois carros interceptaram o automóvel do PM. Ao tentar reagir, ele acabou baleado e morreu no local. O crime ocorreu em frente à estação de metrô da Fazenda Botafogo.

Soldado PM Márcio Coelho de Andrade, 24 anos

Soldado PM Márcio Coelho de Andrade, 24 anos

Esse é o soldado Márcio Coelho de Andrade. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Camarista Méier, ele morreu aos 24 anos, após ser baleado ao ter sua identidade descoberta durante assalto a uma lanchonete, na Estrada Nilo Peçanha, no bairro Olinda, em Nilópolis, na Baixada Fluminense. Ele estava há dois anos na corporação.

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No dia 15 de outubro, o sargento André Bispo dos Santos morreu após reagir a uma saidinha de banco – quando a vítima é seguida e assaltada depois de efetuar saque em caixa eletrônico ou agência bancária -, no Centro do Rio.

O PM havia sacado R$ 7 mil na agência do banco Itaú localizada na Rua 7 de setembro e foi abordado na Rua da Quitanda por criminosos que estavam em uma moto. O sargento reagiu e acabou baleado. Lotado no 6º BPM (Tijuca), ele não resistiu e morreu ainda no local. Ele tinha 42 anos.

Soldado PM Thiago Rosa Coelho, 30 anos

Soldado PM Thiago Rosa Coelho, 30 anos

Esse é o soldado Thiago Rosa Coelho da Silva. Lotados na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Mangueira, ele morreu aos 30 anos, após ser baleado durante ataque de criminosos na localidade conhecida como Buraco Quente, no dia 17 de outubro.

Na ação, o soldado Ricardo Rodrigues Chaves também foi baleado. Ele foi atingido na perna enquanto realizava patrulhamento de rotina e foi pedido reforço. Ao chegar para resgatá-lo, o soldado R. Coelho foi baleado nas costas. Os dois foram socorridos e enquanto R. Chaves foi levado para o Hospital Quinta D’Or, em São Cristóvão, o soldado R. Coelho foi levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio. Ele não resistiu ao ferimento e faleceu na unidade.

Sargento reformado PM Ronaldo dos Santos Bustamante, 38 anos

Sargento reformado PM Ronaldo dos Santos Bustamante, 38 anos

Esse é o sargento reformado da Polícia Militar Ronaldo dos Santos Bustamante. Ele morreu aos 38 anos, após reagir a assalto em Realengo, na Zona Oeste do Rio, no dia 18 de outubro. O PM trafegava com seu carro pela Rua do Governo, em Realengo, quando foi abordado pelos criminosos. Os bandidos fugiram levando o carro e a arma do policial

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No dia 28 de outubro, o agente da Polícia Federal Luiz Lucena Alves foi morto após reagir a um assalto, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. Lotado no Setor de Planejamento Operacional, atuando no Grupo de Pronta Intervenção (GPI), uma das unidades de elite da PF, ele tinha 48 anos.

O policial estava a caminho de um bar na esquina das ruas General Galieni e Santilari, para comemorar com outros PFs a aprovação da MP 650 momentos antes, no Senado Federal. Ele ainda foi socorrido e levado para o Hospital Federal de Bonsucesso, mas não resistiu e morreu pouco depois. Ele estava na instituição há 10 anos.

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No dia 31 de outubro, o aluno do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), Flávio Santos da Silva, 30 anos, foi assassinado no Largo das Palmeiras, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. Ele havia chegado a um lava a jato, em frente à Vila Olímpica, para buscar o carro, quando foi surpreendido por três homens que já o aguardavam.

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Esse é o subtenente reformado da Polícia Militar. Roque Sérgio Alves da Silva. Ele morreu aos 52 anos, no dia 6 de novembro, após ser baleado durante assalto no KM 163 da BR-116. O PM conduzia seu veículo acompanhado por uma mulher, quando foi abordado por criminosos em duas motos.

Subtenente PM Celso Melício de Oliveira, 54 anos

Subtenente PM Celso Melício de Oliveira, 54 anos

Esse é o subtenente Celso Melício de Oliveira. Lotado no 5° BPM (Praça da Harmonia), ele morreu aos 54 anos, após ser baleado ao reagir a assalto na porta da casa do cunhado, no bairro Santa Luzia, em São Gonçalo, no dia 10 de novembro. A esposa, Roseli Barcelos, 41, que o acompanhava, também foi atingida. Eles voltavam de uma pescaria e seguiam para casa, no bairro Apolo. Os criminosos fugiram levando o Fox do PM em direção ao Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca, na Zona Norte de Niterói, onde resgataram um comparsa.

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No dia 11 de novembro, o cabo Márcio Albuquerque Mota morreu após ser baleado no quintal de casa, na Rua Honório Peçanha, em Sepetiba, na Zona Oeste. Lotado no 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), ele tinha 31 anos.

Sargento Douvair Martins de Vasconcellos, 42 anos

Sargento Douvair Martins de Vasconcellos, 42 anos

Esse é o sargento Douvair Martins de Vasconcellos. Lotado no Serviço de Inteligência (P-2) do 12°BPM, ele foi assassinado aos 42 anos, dentro de sua casa, em Itaipuaçu, distrito de Maricá. O crime ocorreu no dia 14 de novembro, na frente da família dele.

Subtenente PM Lupércio de Jesus das Mercês

Subtenente PM Lupércio de Jesus das Mercês

Esse é o subtenente Lupércio de Jesus das Mercês. Lotado no Batalhão de Ações com Cães (BAC), ele morreu após ser baleado durante tentativa de assalto, na Rodovia Presidente Dutra, na altura do bairro Jardim América, na Zona Norte do Rio, no dia 19 de novembro. O PM conduzia a sua moto Honda CB1000R preta placa KPY 3526 quando foi abordado pelos criminosos. Ele ainda foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, mas não resistiu.

Soldado PM Ryan Guimarães Procópio, 23 anos

Soldado PM Ryan Guimarães Procópio, 23 anos

Esse é o soldado Ryan Guimarães Procópio. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Kennedy, ele morreu aos 23 anos. O Procópio foi encontrado morto no porta-malas do seu carro, na Rua Vigilante Fortunato, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, no dia 24 de novembro. O PM havia sido levado horas antes por criminosos durante o roubo de seu carro para o interior da Favela Vila Aliança.

Soldado PM Anderson de Senna Freire

Soldado PM Anderson de Senna Freire

Esse é o soldado Anderson de Senna Freire. Lotado no 41°BPM, ele morreu aos 35 anos, após ser baleado durante ataque de criminosos contra a viatura que conduzia e m Guadalupe, na Zona Norte do Rio. O crime ocorreu no dia 26 de novembro.

O soldado Bruno de Moraes, que o acompanhava na viatura, também foi atingido. Os PMs trafegavam pela Avenida Brasil quando suspeitaram dos ocupantes de um Fiat Punto prata. No momento em que se preparavam para fazer a abordagem, foram surpreendidos pela reação dos suspeitos. O soldado A. Senna foi atingido na cabeça e Moraes no ombro. Socorridos, foram levados para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, onde Senna acabou não resistindo e faleceu.

Subtenente PM Henrique Xavier, 54 anos

Subtenente PM Henrique Xavier, 54 anos

Esse é o subtenente Jorge Henrique dos Reis Xavier. Lotado no 16°BPM, ele foi assassinado aos 54 anos, na porta de casa, no bairro Suruí, em Magé, na Baixada Fluminense, no dia 29 de novembro.

Subtenente PM Jorge Serrão, 55 anos

Subtenente PM Jorge Serrão, 55 anos

Esse é o subtenente reformado da Polícica Militar Jorge Serrão. Ele morreu aos 55 anos, após ser baleado durante assalto na Rua Lajeado, no dia 29 de novembro. Ele tinha se reformado dois dias antes.

Soldado PM Diego Santos de Oliveira, 25 anos

Soldado PM Diego Santos de Oliveira, 25 anos

Esse é o soldado Diego Santos de Oliveira. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Turano, ele morreu aos 25 anos, ao tentar impedir que criminosos roubassem a moto do irmão, em Vilar dos Teles, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O irmão do PM, Diogo Santos de Oliveira, 27, também foi executado pelos bandidos. Na ação criminosa o menino Diogo Cardoso Peçanha, de 2 anos, foi atingido por uma bala perdida. O crime ocorreu no dia 29 de novembro.

Soldado PM Geraldo Luís da Silva, 27 anos

Soldado PM Geraldo Luís da Silva, 27 anos

Esse é o soldado Geraldo Luís da Silva. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Vila Kennedy, ele morreu aos 27 anos, após ser baleado na porta da casa de sua mãe, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. O PM estava lavando o carro e se assustou quando viu um grupo de homens armados. Ao sacar sua arma, acabou atingido.

Cabo PM Adelson da Conceição Júnior, 34 anos

Cabo PM Adelson da Conceição Júnior, 34 anos

Esse é o cabo Adelson da Conceição Júnior. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Camarista Méier, mas adido ao Grupamento de Intervenção Tática (GIT) do Comando de Polícia Pacificadora (CPP), ele foi morto aos 34 anos, após ser baleado durante tentativa de assalto, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no dia 11 de dezembro.

De folga, o PM resolveu levar sua esposa, sua filha e duas sobrinhas ao shopping para comemorar o aniversário da filha. Ao sair do estabelecimento, ele decidiu passar em um parque de diversões, mas o mesmo estava fechado. Nesse momento, o cabo foi surpreendido por dois adolescentes, um deles armado, que tentaram roubar seu veículo. Ele reagiu e houve troca de tiros.

Durante o confronto, o PM e sua esposa foram baleados. O policial não resistiu e morreu ainda no local. Atingida de raspão na cabeça, sua esposa conseguiu sair do local com a filha e as sobrinhas e procurou atendimento no Hospital Nossa Senhora de Fátima. Um dos assaltantes foi baleado. Ele e seu comparsa foram apreendidos por policiais do 20°BPM próximo ao local do crime. Com a dupla, os PMs apreenderam um revólver calibre 38. O cabo Adelson ainda teve sua arma furtada por alguém antes da chegada dos policiais.

Cabo PM Ari Rodrigues Pestana Júnior, 35 anos

Cabo PM Ari Rodrigues Pestana Júnior, 35 anos

Esse é o cabo Ari Rodrigues Pestana Júnior. Lotado no 41° BPM (Irajá), ele foi assassinado aos 35 anos, por criminosos que o surpreenderam no momento em que ele lavava o carro na porta de sua casa, na Rua Uranos, em Olaria, na Zona Norte do Rio, no dia 12 de dezembro.

Soldado PM Hugo Ferreira Santos, 26 anos

Soldado PM Hugo Ferreira Santos, 26 anos

Esse é o soldado Hugo Ferreira Santos. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Alemão, ele morreu aos 26 anos, após ser baleado durante uma tentativa de assalto, na Rua Pernambuco, no Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio. O PM se dirigia a seu veículo quando foi abordado pelos ocupantes de um Sandero branco. Ele reagiu e na troca de tiros chegou a atingir um dos criminosos, que conseguiu fugir. O soldado acabou morrendo no local.

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Esse é o aluno do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap) Rodrigo Costa da Silva. Ele deu entrada no Hospital Estadual Alberto Torres – mais conhecido como Hospital Geral de São Gonçalo -, no bairro Colubandê, baleado no pescoço, no dia 20 de dezembro. Ele foi encontrado em seu carro, na Rua João Madeira, no bairro Santa Luzia, em São Gonçalo. Ele foi submetido a uma cirurgia e permaneceu internado durante quatro dias, mas não resistiu aos ferimentos.

Soldado PM Ivo Leandro Zaru, 34 anos

Soldado PM Ivo Leandro Zaru, 34 anos

Esse é o soldado Ivo Leandro Zaru. Lotado no 12° BPM (Niterói), ele morreu aos 34 anos, no dia 28 de dezembro. Morador de Itaboraí, o PM – que iria assumir o serviço na custódia do Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca, na Zona Norte de Niterói, às 5h – foi encontrado morto na altura do KM 13 da RJ-114 (Itaboraí-Maricá), em Ubatiba. O crime teria ocorrido por volta das 2h.

A Polícia está apurando a informação de que, ao ser abordado pelos criminosos, o PM tentou fugir e acabou caindo da moto após ser baleado na boca. O corpo dele foi encontrado a cerca de 10 metros de distância do veículo – uma Honda CG Fan 125 preta. Com o capacete na cabeça, o PM caiu próximo a um açude. Há cinco anos na PMERJ, o soldado Zarur estava com sua identidade funcional e sua arma.

Soldado PM Douglas Leonardo Alencar, 30 anos

Soldado PM Douglas Leonardo Alencar, 30 anos

Esse é o soldado Douglas Leonardo Alencar. Lotado no 12° BPM (Niterói), ele trabalhava no Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) de Itacoatiara e morreu aos 30 anos, após ser baleado durante uma tentativa de assalto, no Fonseca, na Zona Norte de Niterói.

O PM trabalhava na folga para uma rede de postos de combustíveis e faria um depósito no banco Itaú da Alameda São Boaventura quando foi surpreendido pelos criminosos, que fugiram levando a arma dele e o dinheiro. Morador do Barreto, também na Zona Norte de Niterói, o soldado – que estava há cinco anos na corporação – deixou três filhos.

Subtenente PM reformado  José Messias Passos Correia, 51 anos

Subtenente PM reformado José Messias Passos Correia, 51 anos

Esse é o subtenente reformado José Messias Passos Correia. O PM, que foi lotado na Companhia Independente de Músicos da Polícia Militar (CIPM-Mus), estava reformado há um mês. Ele foi assassinado aos 51 anos, após ter sua identidade descoberta durante um assalto na pista sentido Rio da rodovia Presidnete Dutra, na altura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

O PM voltava de uma igreja evangélica acompanhado da esposa em seu Honda Fit vermelho quando foi abordado por quatro homens a bordo de um veículo de cor prata, no KM 180, próximo ao supermercado Makro Atacadista.

Os bandidos anunciaram o assalto e ao perceber a arma do subtenente e desconfiar que era policial, efetuaram disparos contra ele, que sequer teve tempo de reagir. Os assaltantes fugiram levando a arma e o carro do PM. O automóvel foi abandonado cerca de um quilômetro depois. O crime ocorreu nesta terça-feira, dia 30 de dezembro.

Estatística completa -> http://robertatrindade.com.br/?page_id=16244

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Em 29 dias, 28 policiais baleados. Somente no mês de dezembro. A dois dias de seu fim, o ano de 2014 já registra 306 policiais vitimados por tiros – uma média de 27 por mês ou 6 por semana: praticamente um por dia. Destes, 170 – mais da metade – estavam de serviço. Outros, como o cabo Sidnei Dias Simão, 34 anos, ou o inspetor Fábio Nunes, 32, foram atingidos na folga, enquanto tentavam cumprir a promessa de servir e proteger.

Lotado no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e adido ao Gabinete da Secretaria de Estado de Segurança Pública, o cabo Simão morreu após ser baleado ao ser confundido com um assaltante, no bairro K-11, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no dia 9 de fevereiro. Ele tentava prender um jovem que tinha atropelado um idoso e fugia sem prestar socorro quando foi baleado por um conhecido do criminoso que alegava que estava sendo vítima de uma tentativa de assalto.

Além de fazer a escolta de Marcelo Montanha Souza, chefe de gabinete do secretário José Mariano Beltrame, o PM também trabalhava na segurança particular do coordenador do AfroReggae, José Júnior. Ele ainda foi socorrido e levado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu – mais conhecido como Hospital da Posse -, mas não resistiu.

Cabo PM Sidnei Dias Simão, 34 anos

Cabo PM Sidnei Dias Simão, 34 anos

No dia 24 de setembro, o inspetor Fábio Nunes, 32, foi baleado ao tentar prender criminosos que haviam assaltado um posto de combustíveis, na altura da localidade conhecida como Calaboca, no bairro Rio do Ouro, em São Gonçalo. Lotado na 74ª DP (Alcântara), o policial parou no estabelecimento para abastecer seu veículo quando percebeu que um grupo de criminosos fortemente armados, divididos em dois carros – um preto e um táxi amarelo -, estava assaltando o local. Para evitar confronto no local, o inspetor perseguiu os bandidos pela RJ-106 (Tribobó-Maricá), até que, na entrada de Várzea das Moças, na Região Oceânica de Niterói, os assaltantes perceberam a aproximação do policial e efetuaram diversos disparos contra ele.

Os tiros foram ouvidos por policiais do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv) que realizavam patrulhamento de rotina na via e que, quando chegaram no local, encontraram o agente caído na pista. Ele foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Alberto Torres, no Colubandê. No dia seguinte, foi transferido para o Instituto Estadual de Cardiologia Almir de Castro (IECAC), no Humaitá, na Zona Sul do Rio.

No dia 23 de fevereiro, o sargento Joilson da Silva Gomes, 40, foi assassinado após sair de serviço. Lotado no 12º BPM (Niterói), o PM – que trabalhava no Grupamento de Ações Táticas (GAT) da unidade – havia acabado de sair do batalhão e seguia para casa. Ele trafegava pela altura do Morro do Castro, no bairro Tenente Jardim – na divisa entre Niterói e São Gonçalo – quando foi interceptado por criminosos que efetuaram diversos disparos de fuzil contra o carro dele – um Siena branco. Horas antes, ele havia participado de operação que acabou com um baile funk promovido por criminosos da facção Comando Vermelho (CV) no Complexo da Lagoinha, no bairro Caramujo, na Zona Norte de Niterói.

Sargento PM Joilson da Silva Gomes, 40 anos

Sargento PM Joilson da Silva Gomes, 40 anos

A primeira vítima de 2014 foi o sargento Alexandre Moreira Braulino, 42. Lotado no 20º BPM (Mesquita), ele morreu após ser baleado durante uma saidinha de banco – quando a vítima é seguida e assaltada depois de efetuar saque em agência bancária ou caixa eletrônico -, no dia 3 de janeiro. O PM havia sacado dinheiro em um caixa 24 horas na Padaria do Nozinho, na Estrada Adrianópolis, no bairro de mesmo nome, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, quando foi abordado pelos assaltantes. Baleado na frente da esposa, o policial não resistiu.

Sargento PM Alexandre Moreira Braulino, 42 anos

Sargento PM Alexandre Moreira Braulino, 42 anos

O caso mais recente foi o do subtenente Ivan Souza. Lotado no 20° BPM (Mesquita), o PM foi baleado em Nilópolis, na Baixada Fluminense. Ele estava de serviço quando foi surpreendido por criminosos que passaram efetuando disparos contra ele e o colega de farda. Atingido na testa e no olho, ele foi socorrido e levado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). No entanto, por falta de oftalmologista na unidade de saúde, foi transferido para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio. O subtenente tirava seu último serviço antes da reforma.

No mesmo dia, o subtenente Oliveira – lotado na mesma unidade – foi baleado durante ataque de criminosos na Favela da Chatuba, em Mesquita, também na Baixada. Atingido na mão e no braço, o PM foi socorrido e levado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, no bairro Posse.

Soldado PM Douglas Leonardo Alencar, 30 anos

Soldado PM Douglas Leonardo Alencar, 30 anos

Horas antes, o soldado Douglas Leonardo Alencar, 30 anos, morreu após ser baleado durante uma tentativa de assalto, no Fonseca, na Zona Norte de Niterói. Lotado no 12° BPM (Niterói), o PM, que trabalhava no Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) de Itacoatiara, trabalhava na folga para uma rede de postos de combustíveis e faria um depósito no banco Itaú da Alameda São Boaventura quando foi surpreendido pelos criminosos, que fugiram levando a arma dele e o dinheiro. Morador do Barreto, também na Zona Norte de Niterói, o soldado – que estava há cinco anos na corporação – deixou três filhos.

Na véspera, o sargento Cleiton dos Santos Faria, lotado no 9° BPM (Rocha Miranda), foi baleado durante uma tentativa de assalto, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio. O PM passava pela Rua Doutor Luís Bicalho, quando foi abordado por criminosos que tentaram levar seu carro. Ao não obedecer à ordem de parada, o sargento acabou sendo atingido tiro no ombro e ferido de raspão por outros dois disparos. Socorrido, ele foi levado para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes.

O ano também deixou uma policial militar feminina morta. Lotados na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Parque Proletário, a soldado Alda Rafael Castilho, 27, e o soldado Marcelo Gilliard da Silva Miranda, 32, foram atingidos durante novo ataque à base da UPP, no Complexo do Alemão. O ataque foi na Estrada José Rucas. Um casal que estava em uma praça próximo também foram atingidos. Todos foram socorridos e levados para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. A PFem, atingida no abdômen, não resistiu. O soldado, baleado na perna, foi submetido a uma cirurgia e depois transferido para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na região central do Rio.

Aliás, as UPPs foram grandes contribuintes para essa estatística alarmante. Somente este ano (de janeiro a 25 de dezembro), foram 87 baleados e 8 mortos em comunidades pacificadas. O número é mais de três vezes maior ao registrado nas 38 Unidades de Polícia Pacificadora ao longo de 2013: no ano passado, foram 24 PMs atingidos por tiros e três mortos. Enquanto isso, em 2012 foram nove feridos e cinco mortos.

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Os número mostram que, até o final de 2011, os incidentes eram incomuns, totalizando seis feridos. A partir daí, o cenário se modificou gradativamente. De 2010 a hoje, 142 policiais lotados em UPPs foram baleados durante ataque de criminosos que continuam controlando o tráfico de drogas em favelas e morros pacificados. Destes, 16 não resistiram e entraram para a estatística de policiais mortos em serviço no Estado do Rio.

Na véspera de Natal, os soldados Cavatti e J. Carlos foram baleados durante ataque na localidade conhecida como Campo da Raia. Lotados na UPP Formiga, os PMs realizavam patrulhamento de rotina quando foram surpreendidos pelos criminosos. O soldado Cavatti foi atingido na perna e o soldado J Carlos de raspão na cabeça. Os dois foram socorridos e levados para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio.

Já no dia 25 de dezembro, o soldado Vinícius Barbosa, 31, foi baleado durante um ataque de criminosos que ainda controlam o tráfico de drogas no Complexo do Alemão, na Penha, na Zona Norte do Rio. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Nova Brasília, O PM e seus colegas de farda se dirigiam para assumir serviço na antiga fábrica Tuffy Habib entre a Estrada do Itararé e a Avenida Itaoca, mas eles erraram o caminho e se depararam com homens armados. Socorrido, ele foi levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha.

Soldado PM Wagner Vieira Cruz, 33 anos

Soldado PM Wagner Vieira Cruz, 33 anos

No dia 28 de fevereiro, o soldado Wagner Vieira Cruz, 33, foi baleado durante ataque de criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que ainda controlam o tráfico de drogas no Complexo do Alemão. Formado no mês anterior, ele estava em seu quinto serviço na UPP Vila Cruzeiro. O ataque ocorreu na Rua 29, na localidade conhecida como Esquina do Pecado. Socorrido pelos colegas de farda, o PM foi levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Ele ficou internado em estado grave no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da unidade em estado grave por quase uma semana, mas não resistiu, falecendo na noite do dia 6 de março.

No mesmo dia, o soldado Rodrigo Paes Leme, também de 33 anos, morreu após ser baleado por traficantes do Complexo do Alemão na Rua 2, próximo ao Largo da Alvorada. Lotado na UPP Nova Brasília, o PM foi atingido por dois tiros no peito e, mesmo de colete, não resistiu.

Soldado PM Rodrigo Paes Leme, 33 anos

Soldado PM Rodrigo Paes Leme, 33 anos

Seis dias depois, o sub-comandante da UPP da Vila Cruzeiro, o aspirante Leidson Acácio Alves da Silva, 26 anos, morreu no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, na Zona Norte do Rio, para onde foi levado após ser baleado em ataque na Rua 10, próximo à localidade conhecida como Parque Proletário. O PM estava há três meses na rua.

Tenente PM Leidson Acácio Alves da Silva, 26 anos

Tenente PM Leidson Acácio Alves da Silva, 26 anos

No dia 20 de março, o comandante da Unidade de Polícia Pacificadora de Manguinhos, capitão Gabriel de Toledo, foi baleado durante ação de bandidos. Além de efetuar tiros contra os policiais da UPP, os criminosos incitaram moradores da região para interditar a Rua Leopoldo Bulhões. Horas depois, o contêiner e viaturas da UPP Mandela/Arará – também no Complexo de Manguinhos – foram incendiados. Atingido na perna, o oficial foi socorrido e levado para o Hospital Federal de Bonsucesso, sendo transferido posteriormente para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na região central do Rio.

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Onze dias depois, o clima voltou a ficar tenso no Complexo do Alemão. Lotados na UPP do Jacarezinho, os soldados Gustavo Cordeiro, 28 anos, e Moura – que faziam parte do grupo que reforça o policiamento no Alemão devido aos ataques às UPPs da região – foram baleados durante confronto na localidade conhecida como Areal, na Favela Nova Brasília. Enquanto Cordeiro foi atingido no nariz e ficou com a bala alojada no pescoço, Moura foi baleado no braço. Quando conseguiram ser socorridos, os dois foram levados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alemão, mas o primeiro foi posteriormente conduzido ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha.

Veja os números completos de 2014: AQUI



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Imagem de Amostra do You Tube

A guerra entre as facções criminosas Amigos dos Amigos (ADA) e Comando Vermelho (CV) que aterroriza a Zona Norte de Niterói há uma década tem um novo capítulo: traficantes da Favela Nova Brasília, no bairro Engenhoca, gravaram um vídeo ameaçando os rivais da Favela da Otto, também na Engenhoca, e do Morro do Marítimos, no Barreto. Em junho, a estudante Karoline Rodrigues de Souza, 12 anos, morreu após ser atingida por um tiro no interior de sua residência, na Avenida Professor João Brasil, um dos acessos à Nova Brasília.

Na ocasião, dois vídeos com imagens do tiroteio protagonizado pelos criminosos foram entregues a policiais da Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DH-Nit/SG), que reconheceram Alex Sandro Duarte Ferreira, o Dinho, 27 anos. Apontado pela Polícia como chefe do tráfico de drogas na Favela da Otto e no Morro do Marítimos, cujas bocas-de-fumo são controladas pela ADA, e acusado de atear fogo num ônibus da Viação Brasília, em agosto de 2010, Dinho já foi preso, em junho de 2011.

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O outro criminoso que aparece no vídeo, identificado como Douglas da Silva, 29 anos, foi preso por agentes da DH-Nit/SG no dia 10 de junho – dois dias após o crime. Ele foi surpreendido pelos policiais na casa de um parente, próximo à Rua da Feira, no Barro Vermelho, em São Gonçalo. Contra ele já havia um mandado de prisão pendente por tráfico de drogas.

De acordo com o delegado Wellington Vieira, titular da DH-Nit/SG, os outros dois suspeitos que aparecem na filmagem ao lado de Dinho também já estão identificados: um deles é conhecido como Capacete e o outro como Biriba.

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“A participação no crime não está restrita apenas aos que aparecem nas imagens. Sabemos que havia mais gente nesse tiroteio, inclusive o Gafanhoto, que é uma das lideranças do tráfico na região”, completou Vieira.

As investigações conduzidas pela especializada apontaram que bandidos do Morro dos Marítimos, cuja venda de drogas é controlada pela facção Amigos dos Amigos (ADA), teriam ido à Travessa Otto apenas para fazer disparos em direção às moradias da Favela Nova Brasília, comandada por Luiz Cláudio Gomes, o Pão com Ovo, do Comando Vermelho (CV).

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No momento do confronto, Karol – como a jovem era carinhosamente chamada por amigos e familiares – estava na sala de sua residência conversando com o irmão quando foi atingida por um tiro de fuzil no peito. Mesmo ferida, ela ainda tentou tranquilizar a mãe e disse: “Mamãe, acertou em mim, mas estou bem”. Ela chegou a ser socorrida e levada para o Hospital Estadual Azevedo Lima (Heal), mas não resistiu aos ferimentos.

Karoline Rodrigues de Souza, 12 anos

Karoline Rodrigues de Souza, 12 anos

A mãe da jovem, a dona-de-casa Darcilene Rodrigues de Souza, 30, contou que se mudou para a parte baixa da favela há dois anos, porque se sentia desprotegida em cima, com medo de bala perdida. Ela disse ainda que a filha estava na sala com o irmão quando começou o tiroteio. A dona-de-casa lembrou que pegou a filha mais nova, de um ano, no colo e foi para o banheiro, chamado os outros dois filhos, que estavam mexendo no computador. A estudante estava em pé ao lado do irmão quando foi atingida.

O padrasto da vítima, o garçom Egilson Mendel, 59, disse que os bandidos gritavam que iam matar morador e que depois que a enteada foi atingida, ainda soltaram fogos para comemorar. Moradores revelaram que os criminosos ameaçaram as pessoas que tentavam socorrer a menina, que chegou a ser levada para o Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca, mas não resistiu.



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O 2º GBM (Méier) foi selecionado para a final do Prêmio Conrad Dietrich Magirus – que tem o objetivo de aumentar a conscientização pública sobre a dedicação altruísta dos bombeiros e os desafios diários na prestação de serviços às comunidades em que atuam – e está concorrendo com outras nove unidades de bombeiros de todo o mundo.

Os militares brasileiros que estão participando são os que atuaram no socorro às vítimas do acidente ocorrido no dia 28 de janeiro, quando uma passarela caiu sobre veículos na Linha Amarela.

A premiação ocorrerá no próximo dia 21 de novembro, na Alemanha, e os vencedores terão direito a uma viagem de quatro noites a Nova Iorque, e vão conhecer o New York City Fire Department.

A votação vai até o próximo dia 19 de outubro e para votar basta entrar no site do Corpo de Bombeiros (http://www.cbmerj.rj.gov.br) e clicar no banner “Seleção para o Prêmio Conrad Dietrich – sua participação é importante, clique aqui e vote na final!”.

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Abrirá uma nova janela, do site “Voting for Conrad Dietrich Magirus Award”. No final da página, abaixo de “CAST YOUR VOTE” (Dê o seu voto”), selecione sua história (“Choose your story”), clicando em “Walkway falls due to collision with truck” (“Passarela cai devido à colisão com caminhão”). Depois, preencha seu nome, sobrenome, e-mail e clique em “Submit Vote” (“Enviar voto”).






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A notícia de que um delegado, um comissário e dois inspetores da Divisão de Homicídios (DH) vão participar do curso Crime Scene Investigation Homicide (CSI Homicide) – “Investigação da Cena do Crime – Homicídios” – gerou desconforto e insatisfação entre os peritos. Apesar da especializada possuir 14 peritos – sendo sete criminais e sete legistas – e seis papiloscopistas, os escolhidos foram o delegado Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior, titular da especializada, o comissário Daniel Gomes de Lima Freire, e os inspetores Rafael Antônio Gomes Rangel Júnior e Jussimar de Abreu e Silva.

Entre o conteúdo programático do curso, conceitos e classificação de vestígios; metodologia do exame do local de crime; introdução e conceitos de exames de local, de documentos, objetos, instrumentos e veículos; e regras para preservação dos locais de crime: funções inerentes dos peritos. A especialização, que ocorrerá na Academia Regional de Polícia do Condado de Lake, no Estado da Flórida, nos Estados Unidos, começa nesta sexta-feira, dia 3 de outubro, e vai até o dia 13. Cada policial terá R$ 1.124 por dia para gastos com transporte e refeição, além de R$ 9 mil para os 10 dias de hospedagem e R$ 3.425 para o pagamento da passagem aérea.

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“A Polícia Civil está investindo mais de R$ 60 mil em pessoas que não fazem e nunca vão fazer perícia em local de crime. Ainda por cima, o delegado daqui a pouco vai assumir outra unidade. Nós que somos peritos e podemos usar o aprendizado pelo resto da carreira não conseguimos participar”, desabafou um perito que pediu para não ter a identidade revelada.

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“Estamos pedindo para fazer o CSI desde 2012 e nunca conseguimos. Esse ano fomos surpreendidos com essa notícia de que entre os escolhidos não havia nenhum perito”, disse outro policial que também prefere manter o anonimato.



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Imagem de Amostra do You Tube

O vídeo de uma mulher torturando outra a quem acusa de ter um caso com seu marido está causando revolta na internet. Identificada como Elisângela Granneman, a esposa espanca a rival e usa um cigarro aceso para marcar o rosto dela, que é obrigada a repetir ofensas contra si própria e garantir que não voltaria a se relacionar com o homem – que seria Diego Santos, conhecido como Bolinho.

“Ainda faz vídeo batendo na mulher que seu marido pegou. Assumindo ser corna. É o fim do mundo”, criticou uma internauta.

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“Brigando por um cara feio desse. E ainda conformada com a situação de tomar chifre. Depois quer descontar só na amante”, opinou outro.

“Se o marido dela traiu, tinha que punir ele, e não agredir e humilhar um ser humano. Quando um não quer, dois não brigam”, ressaltou outro.

Elisângela Granneman e Diego Santos, o Bolinho

Elisângela Granneman e Diego Santos, o Bolinho

Em seu perfil no Facebook, Elisângela postou, no último dia 7 de setembro, um recado: “Não é mais meu, mas também não vai ser de mais ninguém!!! Enquanto ainda existir sentimentos, tem que ter ‪respeito‬” e “só me arrependo do que não fiz”.

O crime teria ocorrido na cidade de Praia Grande, em São Paulo, e a Polícia paulista já está procurando os envolvidos no crime.

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A Polícia ainda tenta identificar os dois criminosos que conseguiram fugir após atirar contra o comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Kennedy. O crime ocorreu no dia 19 de março, quando o capitão Gabriel Wagner Rosella presenciou um crime ao chegar em casa, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio.

O oficial estacionava o Sandero descaracterizado que conduzia, quando suspeitou de quatro ocupantes de um Fiat Uno preto que chegou logo depois e presenciou quando dois dos suspeitos desceram do veículo e abordaram um casal que estava em um L200 Mitsubishi Triton preto.

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“Decidi aguardar o momento oportuno e conveniente para realizar a prisão dos elementos sem expor cidadãos a uma injusta agressão ou risco de vida”, ressaltou o capitão Gabriel, que iniciou perseguição assim que o quarteto fugiu.

Percebendo que eram seguidos, os bandidos chegaram a efetuar disparos contra o PM, no momentoem que passavam pela localidade conhecida como Terreirão. Um tiro atingiu o vidro do parabrisa da viatura, mas o oficial não reagiu.

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“Efetuei disparos para cessar a injusta agressão apenas quando havia segurança e acertei o encosto de cabeça do banco do motorista, mas o projétil não transfixou”, relembrou o capitão, que chegou a ligar para o 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) na tentativa de solicitar reforço.

Já na Avenida das Américas, os assaltantes se separaram – tendo a Uno seguido para o acesso à esquerda, no sentido Barra da Tijuca da pista central – e o oficial resolveu permanecer atrás da caminhonete. Apesar do tráfego intenso, a dupla continuava atirando contra o policial até que perdeu o controle da direção do automóvel ao tentar subir no meio fio do canteiro central entre as vias, próximo ao Mc Donald’s. Neste momento, o pneu do veículo furou e os bandidos tentaram continuar a fuga a pé. Um deles correu e conseguiu se esconder no condomínio Vivendas, no sentido Santa Cruz da Avenida das Américas.

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Já o outro, identificado como Dinister Araújo, 32 anos, foi alcançado e detido pelo capitão Gabriel. O comparsa dele, identificado como Caio Cézar Serrano da Silva, 22, foi preso após cerca de uma hora pelo próprio oficial, depois que ele recebeu uma ligação de funcionários do condomínio.

Enquanto o primeiro tinha saído da cadeia há um ano, após ter sido preso por roubo de veículo e porte ilegal de arma, o segundo tinha três mandados de prisão expedidos pela Justiça contra si, por assalto à mão armada, e passagens por homicídio, extorsão, roubo e porte ilegal de arma.

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Quem tiver qualquer informação que auxilie na identificação e localização dos dois comparsas da dupla que conseguiram fugir no Fiat Uno preto pode ligar para o Disque-Denúncia, através do número 2253-1177. Não é preciso se identificar e o anonimato é garantido.



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Um dia antes de sua prisão, Izabele Sales Santos, a Bebely, 20 anos, havia postado uma mensagem em sua página no Facebook em que dizia: “Nós fecha nessa porra. No claro e no escuro. Nós rouba e nós trafica. Nóis não gosta de andar duro” (sic). Ela foi flagrada por policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT) e do Serviço de Inteligência (P-2) do 7 BPM (São Gonçalo), na tarde desta quarta-feira, dia 17 de setembro.

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Ela estava com Antero Alves de Miranda, o Cadu do Valão, 43 anos, Pedro Henrique Mendes dos Santos, o Pretinho, 18, David Rodrigues da Silva Souza, 24, e Wagner Magalhães Rosa, 26. O segundo havia saído do Centro de Recursos Integrados de Atendimento ao Menor (Criam) há menos de uma semana, após completar a maioridade.

Com o quinteto, os PMs encontraram 210 cápsulas de cocaína, 94 trouxinhas de maconha e dois rádios transmissores. Na ação os policiais também apreenderam três máquinas caça-níqueis. A prisão foi efetuada na Estrada das Palmeiras.

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Em uma foto postada em seu perfil na rede social, Bebely lamenta que comparsas tenham morrido ou sido presos e diz: “(…)vários irmãos morrer vários está privado. MSC liberdade para o bloco do coroa e muito livramento para o que estar na pista graça a deus” (sic).




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Um policial para cada 1.518 habitantes. Esta é a realidade do município de São Gonçalo, no Estado do Rio de Janeiro. Apesar de possuir mais de 1 milhão de habitantes distribuídos por 92 bairros, sendo a segunda cidade mais populosa do Estado e a 16ª do país, tem um batalhão – o 7º BPM (São Gonçalo) – com um efetivo de apenas 679 PMs e cerca de 45 viaturas para realizar o patrulhamento em uma área de mais de 251 quilômetros quadrados.

Enquanto isso, o 23º BPM (Leblon) – responsável pelo policiamento ostensivo e patrulhamento de seis bairros localizados na Zona Sul do Rio – tem um efetivo de 916 policiais. Como os bairros sob sua responsabilidade – Gávea, Jardim Botânico, Leblon, Lagoa, Ipanema e São Conrado (incluindo as favelas da Rocinha e do Vidigal, que possuem bases da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), com policiamento exclusivo) – possuem população de 374 mil pessoas, a proporção é de um PM para cada 243 moradores.

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“Um município com mais de um milhão de habitantes possui um batalhão com menos policiais que um batalhão da Zona Sul do Rio que atende a apenas seis bairros. É como usar um cobertor curto no frio: a gente puxa pra cobrir a cabeça e descobre os pés. Puxa pra cobrir os pés, descobre a cabeça. Fazemos milagre com o recurso que o Estado nos oferece: poucos homens e poucas viaturas para uma cidade deste tamanho”, desabafa um soldado lotado no 7º BPM que prefere manter o anonimato com medo de represálias.

O reforço para o efetivo do batalhão gonçalense já foi solicitado tanto ao secretário de Estado de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, como para o governador Sérgio Cabral Filho e a seu vice, Luiz Fernando Pezão, por diversas vezes pelo prefeito de São Gonçalo, Neilton Mulim. A primeira promessa era de que o aumento do número de PMs do 7º BPM ocorresse após a final da Copa do Mundo. Depois, a previsão mudou para o final do ano.

Durante a troca de comando do 7º BPM, quando o tenente-coronel Carlos Eduardo Sarmento da Costa foi substituído pelo coronel Fernando Salema Garção Ribeiro, no último dia 30 de julho, o coronel Wolney Dias, comandante do 4º Comando de Policiamento de Área (4º CPA) – unidade a que estão subordinados os batalhões de São Gonçalo, Niterói, Cabo Frio e Itaboraí (7º BPM, 12º BPM, 25º BPM e 35º BPM, respectivamente) – garantiu que o 7º BPM receberia reforço de 250 homens e um total de 70 viaturas para o policiamento ostensivo.

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“Com uma população superior a 1 milhão de habitantes, é imprescindível o aumento do contingente. Esperamos que a Secretaria de Segurança cumpra a promessa, para que o comando do batalhão possa ter uma estrutura melhor para conseguir trabalhar e diminuir a velocidade da violência em nosso município”, declarou Neilton Mulin, que marcou presença na solenidade em que o tenente-coronel Carlos Eduardo Sarmento da Costa foi substituído pelo coronel Fernando Salema Garção Ribeiro à frente do batalhão gonçalense.



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